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Projecto Carma da B-Cultura da Bicicleta

"Pode uma bicicleta compensar tudo o que um carro fez?"

A Carma é uma bicicleta que nasceu de um desafio lançado pela revista B-Cultura da Bicicleta - criar uma bicicleta a partir das peças de um velho Mercedes.

A missão da Carma é “compensar o mau karma do carro que lhe deu origem”, ou seja, percorrer tantos quilómetros quanto este percorreu, para assim poder compensar toda a poluição e danos ambientais que este provocou durante o seu uso ainda como carro.

O objectivo deste projecto é promover a bicicleta como meio alternativo ao carro e, por essa razão, a Carma não está à venda…está sim à disposição de quem queira experimentá-la e levá-la a passear para compensar os quilómetros percorridos pelo antigo Mercedes. Ao todo estamos a falar de 159,761 quilómetros, o que obriga a que tenha de percorrer o país.

A Carma vai estar disponível em diversos estabelecimentos turísticos e para experimentá-la só tem de deixar um documento de identificação. O trajecto percorrido pela Carma pode ser acompanhado por todos através do site, pois a mesma está equipada com GPS permitindo assim que todos possam saber onde está e quantos quilómetros ainda terá de percorrer para compensar o carro.

Site oficial do projecto Carma - http://carma-project.com

(Fonte: p3.publico.pt)


A Rolha Side Table de Gonçalo Campos

A Rolha Side Table é uma mesa de centro de pequenas dimensões, com um design muito simples, que esconde nela uma antiga tradição: o ritual de abrir uma boa garrafa de vinho.

O tampo redondo é de cortiça, a fazer lembrar as rolhas das garrafas. E as três pernas simples de madeira têm na ponta uma rosca semelhante à dos saca-rolhas. Só que este não serve para abrir garrafas, serve antes para juntar as pernas ao tampo, e criar assim a Rolha Side Table, sem qualquer tipo de ferramentas.

Gonçalo Campos é conhecido por usar materiais ecológicos, naturais e com história, e foi isso que encontrou na cortiça. No entanto alerta que, apesar da procura da cortiça ter aumentado nos últimos anos, nem sempre os designer e criadores o fazem pelas melhores razões. “Tem sido sempre utilizada de um modo superficial, apenas pela sua textura e toque, mas nunca pelas suas características mecânicas, que são aquilo que a diferencia verdadeiramente de outros materiais”.

Características mecânicas que, por exemplo, permitem montar a mesa com uma simples acção de enroscar, e garantir firmeza e estabilidade. Gonçalo destaca essa simplicidade, de montagem e transporte, como ponto de equilíbrio entre estilo e funcionalidade. Mas alerta que as peças montadas pelos clientes são ainda assunto tabu no mundo do design.

Por isso mesmo a associação com o ritual do vinho torna-se essencial. “Esta abordagem mais lúdica da montagem permite celebrar a nova aquisição, um momento que contribui para a apreciação do objecto para além das implicações práticas e económicas que possa ter. O produto cria um momento e uma memória que permanecem desde o primeiro instante em que entra em casa”.

De momento a Rolha é apenas um protótipo, mas existem já propostas para a sua comercialização que deixam o criador confiante.

(Fonte: p3.publico.pt)


O parque em crochet colorido de Toshiko Horiuchi MacAdam

Toshiko Horiucho MacAdam é uma artista têxtil japonesa, que desde a década de 70 cria projectos em crochet, que liam a arte têxtil à arquitectura.

O objectivo deste tipo de projectos é criar ambientes amplos e lúdicos, que permitam uma relação de interactividade entre a arte e as pessoas.

Este parque em crochet pode ser visitado no pavilhão “Woods of Net” do Museu Hakone Open Air, no Japão. Esta obra da artista foi inteiramente feita à mão pela própria e demorou cerca de um ano a terminar. Este projecto foi criado especialmente para crianças e procura explorar de forma criativa a forma e a cor.

para mais informações - http://www.knitjapan.co.uk/features/c_zone/horiuchi/work.htm

(Fonte: p3.publico.pt)


“casas” portáteis em cortiça para os sem-abrigo de Lisboa

A ideia foi ganhando forma à medida que percebiam o cada vez maior número de sem-abrigo nas ruas de Lisboa. Passava-lhes pela cabeça que os cartões velhos ou os bancos de jardim feitos cama eram evitáveis. Sandra Marques de Oliveira e Catarina Freire Filipe queriam uma cidade com menos miséria e sofrimento, com mais solidariedade.

O Cidades COM Abrigo, um dos três projectos finalistas do concurso Cidades Perfeitas, da revista “Visão” e da “Siemens”, quis “reinventar a arquitectura” e construir algo completamente novo.  

Desempregadas há cerca de um ano, as arquitectas de 33 e 34 anos desenharam uma solução para os sem-abrigo: os abrigos de cortiça (e portanto, sustentáveis) são portáteis, extensíveis (sistema de caixa de fósforos), modelares e auto-suficientes (têm um depósito de água e painéis solares).

Como um carrinho de supermercado

Quando fechados, os abrigos S e M podem ser transportados como se fossem um carrinho de supermercado, os L e XL podem ser transportados como uma “roulotte”.

Os módulos mais pequenos são pensados para uma ou duas pessoas, são uma espécie de casa particular, com tamanho suficiente para dormir deitado, para trabalhar ou cozinhar. Podem ser transportados facilmente pela cidade.

Os maiores são pensados como espaços comuns – para refeições, higiene, cuidados básicos de saúde, formação e inserção na sociedade. A nossa ideia é fazer parcerias com as autarquias para que estas disponibilizem terrenos baldios para a instalação destes espaços”, explicou ao P3 Sandra Marques de Oliveira.

Uma nova forma de publicidade

Para já, as duas amigas estão em negociações com a Câmara Municipal de Lisboa e depois querem partir para o Porto. Ainda não sabem a que preço sairá cada módulo, mas acreditam que um dos grandes trunfos do Cidades COM Abrigo é exactamente a sustentabilidade financeira: os módulos “foram também pensados para fazer publicidade, de forma a serem autofinanciados”.

“Estamos a reinventar um novo suporte de publicidade que funciona de forma semelhante à [publicidade] dos táxis, mas associado a causas nobres”, acredita Sandra Marques de Oliveira. 

A “resposta temporária” criada pelas amigas, licenciadas em Arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa, não quer ser mais do que isso mesmo: uma solução imediata capaz de dar mais conforto a um nicho da população. “Obviamente que tirar os sem-abrigo da rua era o ideal, mas isso é outro projecto.”

(Fonte: p3.publico.pt)


O currículo postal de Ana João

Ana João tem um dos currículos mais originais que circulam na Internet, mas não surgiu da procura desesperada por emprego. Foi na disciplina “Projecto” — a principal do curso —, quando frequentava a licenciatura em Design, em Aveiro, que o professor a desafiou a ela e aos colegas a criarem um currículo original. Ana levou a proposta a sério.

Investiu duas a quatro horas por dia, durante dois meses, num cartão de visita que permite aos empregadores conhecê-la melhor. Diz que gosta de fotografia, de viajar, que não sabe tocar guitarra — mas que pode aprender —, que sabe inglês, design gráfico, tipografia, vídeo e tantas outras coisas.

Mas o cartão de visita de Ana João Soutinho não é um cartão qualquer. Tem o formato de um postal e exige resposta, seguindo cinco passos que a estudante indica: “Escolher o que mais gosta em mim” (com as características retratadas em pequenos autocolantes), “completar a ilustração tendo em conta as características que escolheu” e, por fim, “tirar uma fotografia à ilustração final”, “enviá-la por e-mail” e convidar Ana a “aparecer pelo estúdio”.

Interactividade

O objectivo é que se promova a interactividade entre o empregador, o currículo de Ana e, por fim, a própria Ana. A jovem acredita que ninguém vai ficar indiferente ao seu currículo. “Vai despertar a curiosidade das pessoas que o receberem”, conta. Pelo menos os amigos, professores, e as pessoas mais próximas já se renderam ao currículo. “Todas as pessoas têm gostado e acham uma óptima ideia”, garante.

Agora, Ana João tem 21 anos, é designer e, para já, só ambiciona mesmo um “part-time” que possa conjugar com o mestrado em Design de Comunicação, na ESAD. Por causa do desejo de continuar os estudos ainda não se empenhou muito na procura de emprego.

Ainda assim, um dia — cada vez mais próximo —, espera que o seu postal interactivo faça a diferença. Até lá, uma certeza impera: “Tenho de chamar a atenção e não é com um modelo ‘standard’ que eu o vou conseguir”, garante. “É fundamental inovar, com tanta gente no mercado. Há que se marcar a diferença desde o primeiro contacto com a pessoa a quem queremos chegar”.

(Fonte: p3.publico.pt)


Azulejos e ilustrações de bolso da Beija Flor

Ao contrário de muitas pessoas, Raquel Graça e Susana Gomes ficaram tristes quando terminaram o curso de Design na Universidade de Aveiro. “O fim do curso é mau porque deixamos de fazer projectos de que gostamos”, explicam ao P3 as duas amigas. Por isso juntaram-se novamente e criaram o Beija-flor, uma linha de cadernos de papel reciclado feitos à mão.

Raquel e Susana são da mesma terra (Oliveira de Azeméis), estudaram na mesma escola secundária mas só se conheceram na Universidade de Aveiro, onde descobriram que gostavam de trabalhar juntas. Susana trabalha num gabinete de design em Matosinhos. Raquel despediu-se há um ano de uma empresa onde não fazia o trabalho que mais gostava e abraçou a “carreira” de freelancer no Porto (integra, também, um outro projecto, a Maçã de Adão).

Foi precisamente nessa altura que nasceu o Beija-flor, na cozinha da casa que as duas partilhavam. Funciona como escape para as obrigações profissionais do dia-a-dia que, por vezes, não preenchem por completo o desejo de criatividade destas duas jovens.

Os cadernos, de três tamanhos diferentes, custam entre 1,5 euros e 4 euros. “Um dos princípios que definimos logo ao início foi que não queríamos que fossem muito caros para que as pessoas voltem a comprar e queiram coleccionar”, justifica Susana.

Colecções especiais

E, um ano depois, há quem coleccione e esteja sempre à espera de novos padrões. Os geométricos, inspirados em azulejos portugueses, são os que têm mais sucesso, principalmente entre estrangeiros. O Brasil é o país para onde mais vendem, muitas vezes encomendas de dezenas de pequenos cadernos.

“Claro que sempre quisemos que as pessoas gostassem do nosso trabalho, mas nunca pensamos que agora as coisas estivessem a correr tão bem”, admite Raquel, de 28 anos. Já perderam a conta a quantos cadernos fizeram, mas são certamente algumas centenas, entre elas edições personalizadas a pedido dos clientes.

Diz Susana, de 25 anos, que cada caderno, quando feito em série, lhes custa uns cinco minutos, mais ou menos. As duas designers estão cada vez mais rápidas na confecção destes pequenos objectos e ocupam a casa uma da outra, à vez, para instalar a oficina itinerante do Beija-flor. Quando participam em feiras e mercados, ocupam os tempos mortos, precisamente, a produzir edições ao vivo, entre elas algumas de ilustradores.

Os cadernos Beija-flor e as molas de madeira, também com padrões, vendem-se online e em algumas lojas do Porto, como a Entre Linhas e a Bling Bling, ambas no quarteirão de Miguel Bombarda, no Porto. Por agora, Raquel e Susana “não têm interesse em transformar a marca numa empresa”, no sentido tradicional da palavra. “De umas encomendas ganhamos para outras.”

(Fonte: p3.publico.pt)


Cocoon Tree

A Cocoon Tree é a versão moderna da casa nas árvores. Esta construção esférica consiste numa tenda com estrutura de alumínio de 3metros de diâmetro, que pesa 60kg e que pode conter peso no interior até 2 toneladas.

Esta casa esférica pode albergar uma família de 4 pessoas - um casal com 2 filhos. Ao que parece trata-se de uma casa confortável, que protege do mau tempo no inverno e do calor no verão, pois possui um ventilador e ar condicionado. Além disso, possui ainda redes mosquiteiras para proteger dos mosquitos.

Esta estrutura pode ser suspensa nas árvores, mas também sobre o rio, assim como colocada sobre o solo. A sua estrutura e redes de suspensão foram testadas para garantir a segurança dos seus utilizadores.

Esta casa nas árvores tem uma forte procura por parte de hóteis, resorts, parques de campismo, mas qualquer um pode comprá-la e pedir que a equipa da Cocoon Tree a instale no local que mais desejar e sempre ao ar livre.

(Fonte: cocoontree.com)


As histórias esculpidas de Maria Rita

Maria Rita é escultora e o seu atelier é em Minde. Desde cedo que se apaixonou pela arte de trabalhar o barro e hoje essa paixão estende-se aos livros. Maria Rita gosta de passear por alfarrabistas e descobrir livros de histórias esquecidos e envelhecidos pelo tempo.

A escultora adora explorar novos materiais e texturas e por isso transforma esses livros antigos em histórias tridimencionais com belas esculturas. Cada escultura representa o modo como a artista interpreta a história contada no livro.

(Fonte: mariarita.com)


Keret House de Jakub Szczesny

Mais do que uma casa, a Keret House é uma manifestação artística e arquitectónica.

Literalmente enfiada entre dois edifícios na capital polaca, Varsóvia, esta casa tem apenas 133cm entre as suas paredes. Para maximizar o espaço disponível, o edifício foi construído na vertical, aproveitando cada centímetro de forma funcional.

Apesar de estreita, a casa assinada pelo arquitecto polaco Jakub Szczesny comporta cerca de 21 metros quadrados de espaço. O edifício foi construído com uma estrutura de 2 andares que se elevam até aos 9 metros de altura e um cumprimento de 10 metros. No seu interior é possível encontrar todos os espaços de uma casa normal, quarto, casa de banho, cozinha e ainda há espaço para uma secretária e até um cantinho para a leitura.

Um espaço estreito, é certo, mas que permite viver e trabalhar com um nível mínimo de conforto.

A casa está a cargo da Fundação para a Arte Polaca e é usada para os artistas pernoitarem apenas durante 7 dias, uma vez que, por lei, a habitação não apresenta dimensões suficientes para ser considerada uma verdadeira casa.

(Fonte: betrend.pt)


10 Currículos infográficos verdadeiramente “Cool”

Este tumblr surgiu com o objectivo de acompanhar o desenvolvimento da minha Dissertação de Mestrado. Ao longo destes meses descobri imensos pequenos projectos de Design e outras coisas que podem inspirá-los e fui publicando aqui alguns deles (ainda há muita coisa por publicar).

Felizmente, a Dissertação correu bem (dentro do possível) e já foi entregue. Esperemos agora que a Defesa possa também ela correr o melhor possível.

Assim, chega o momento de dar o passo seguinte: criar um currículo e portfolio que possam ser atraentes, inspiradores e com potêncial de interessar o mercado de trabalho, ou seja, um currículo COOL :) 

Como gosto sempre de passar informação e partilhar o que me entusiasma decidi publicar aqui algumas imagens de currículos que foram publicados por um amigo meu que conheci em Milão durante o meu Erasmus.

Espero que possam interessar-vos e servir-vos de inspiração para criarem os vossos currículos.

(Fonte: marcuspessoa.com.br)


The Color Run - a corrida que vai colorir as cidades portuguesas

A Color Run é como o próprio nome indica uma “corrida da cor”, que consiste numa corrida de 5 quilómetros durante a qual voluntários atiram pó de 5 cores diferentes aos participantes.

Por cada quilómetro completado, os participantes entrarão na “zona colorida” onde serão polvilhados com uma cor, sendo que no final da corrida haverá o “Color Blast”, momento no qual serão lançados os pós de todas as cores para que todos os participantes fiquem coloridos da cabeça aos pés. No final, todos são convidados a ficarem para uma festa e convívio animado e muito colorido (:

Esta iniciativa surgiu na América e pela primeira vez vai acontecer em Portugal em 5 cidades diferentes - Aveiro, Braga, Coimbra, Lisboa e Porto. Não são conhecidas ainda as datas, mas de certeza que qualquer uma delas será um sucesso!

Para participar é necessário formar equipas de 4 pessoas (no mínimo) e fazerem todos inscrição no site. Existe apenas 3 regras: a 1ª é levar uma t-shirt branca; a 2ª é ficar todo colorido no final da corrida e a 3ª é divertir-se à grande!

Para os que ainda não estão convencidos de que esta corrida vai ser fenomenal e para os que têm medo de se sujarem ou de se magoarem fiquem a saber que a Color Run afirma que "nenhum corredor foi magoado na explosão final de cor. No entanto, foi exposto a elevados níveis de diversão".

E se o problema é correr 5 kilómetros, a organização avisa que qualquer um pode participar, mesmo que seja idoso ou que não consiga correr, o mais importante é que todos se divirtam, por isso… do que é que estão à espera?

Para mais informações - http://thecolorrun.pt/index.html


19 Carateres espalham mensagens positivas
Empresa sediada em Lisboa pretende continuar a usar as janelas de um edifício para transmitir mensagens positivas

Quando passares na Avenida Engenheiro Duarte Pacheco, é provável que encontres uma frase escrita nas janelas de um edifício.

Trata-se do “Projecto 19 Caracteres”, daTBWA Lisboa, que tem como objectivo transmitir mensagens positivas a todos os que passam diante do edifício onde se situa a empresa.

As 19 janelas das instalações serão usadas como espaços para a exposição de letras com 1,5 metros de altura. Dessa forma, será possível construir frases que veiculem mensagens positivas.

Segundo Leandro Alvarez, presidente da organização, a ideia é “transmitir mensagens de forma surpreendente, para contrabalançar um pouco a quantidade de informação negativa que circula hoje em dia”.

Depois de “Sorrir não paga IRS”, já é possível encontrar outra frase, nas janelas. “Mitiga o pessimismo” foi a mensagem escolhida.

“Há um grande entusiasmo, na empresa, com esta actividade, e pretendemos dar o exemplo, para que, mais tarde, as pessoas possam sugerir frases, através da nossapáginano Facebook”, garante Leandro Alvarez.

Página de Facebook - TBWA\Lisboa

https://www.facebook.com/pages/TBWALISBOA/104425313006609?fref=ts

Ontem quem passasse nas Amoreiras podia ler: “No crea en Brujas”

Pessoalmente a minha favorita foi “Sorrir não paga IRS”, pois é impossivel passar e ler aquela frase sem de facto sorrir ou desatar a rir (:

Sejam criativos adiram à página e dêem as vossas sugestões!

(Fonte: p3.publico.pt)


A street art espalha cor pelas escadas de todo o mundo

Obrigada aos artistas e graffiters que por esse mundo fora espalham cor, magia e criatividade pelas cidades.

Se alguém conhecer exemplos de escadinhas portuguesas coloridas partilhe s.f.f.

(Fonte: feeldesain.com)


Novo sistema de partilha de bicicletas da RAFAA

Rafael Schimdt da RAFAA, empresa suiça, desenvolveu um sistema de partilha e armazenamento de bicicletas, que se integra no tecido urbano e evita a poluição visual. Foram desenvolvidos diversos sistemas: um possibilita o armazenamento das bicicletas sob o solo, por uma questão de poluição visual e de poupança de espaço, visto que os sistemas de estacionamento e armazenamento de bicicletas comuns sobrecarregam praças e passeios nas cidades; outros possibilitam o armazenamento de bicicletas num sistema elevado acima do sol, que tem também como objectivo deixar o espaço livre para circulação e, por último, um sistema integrado no solo em que as bicicletas ficam à superfície.

Deste modo, o utilizador percebe a existência do sistema e facilmente se dirige ao mesmo para fazer a reserva de uma bicicleta.

As bicicletas estão equipadas com motor eléctrico e permitem curtas e longas viagens até 15km, sendo que a bateria pode ser carregada em qualquer uma das estações. Estas bicicletas possuem GPS e um sistema de informação que permite saber para onde se dirige uma bicicleta, se esta está livre ou ocupada e se já existem reservas programadas para a mesma.

Estes sistemas de partilha e armazenamento de bicicletas foram desenvolvidos para a cidade de Copenhaga e para terem acesso às bicicletas, os utilizadores têm de fazer um registo na internet e carregar um cartão com dinheiro. Os primeiros 30 minutos são gratuitos e os restantes pagos. Este cartão permite usar estas bicicletas e oferece descontos nos restantes transportes públicos e em eventos culturais.

Esperemos que daqui por algum tempo sejam também pensados e desenvolvidos sistemas deste género para as nossas cidades portuguesas.

(Fonte: rafaa.ch)


Get Set Festival: criação artística nos prédios vazios do Porto

A beleza da decadência é o tema da edição deste ano. Objectivo: a ocupação de espaços em decadência na cidade e o papel regenerador da criação artística no mapa urbano

Ocupar edifícios devolutos na rua do Almada e junto ao rio Douro ou reabrir por um dia o Cinema Trindade são novidades do “Get Set Festival 2012”, festival de artes que arranca no Porto a 1 de Outubro.

“Decandent Beauty” (A beleza da decadência) é o tema do Get Set Festival2012, cuja principal novidade em relação às duas edições anteriores é a “ocupação de espaços em decadência na cidade e mostrar que o sector criativo tem um papel regenerador no mapa urbano”, explicaram à Lusa os directores do festival, Luís Fernandes e Luís Sousa.

“Queremos transmitir a capacidade regeneradora que deve ser dada ao sector criativo”, acrescentou Luís Fernandes, referindo que vão ser apresentadas entre 1 e 7 de Outubro criações artísticas num edifício vazio na rua do Almada e num edifício do rio Douro, que está abandonado.

O Cinema Trindade é outro espaço que vai ser “invadido” pelo Get Set Festival2012, pelo que vai ser reaberto durante um dia para uma sessão de cinema.

Conferências, “workshops”, exposições e intervenções artísticas multimédia e vídeo arte são outras iniciativas incluídas no programa da 3.ª edição do “Get Set Festival”, que vai trazer jovens criativos de múltiplas nacionalidades e de diferentes áreas como a arquitectura, design, vídeo, moda, novos media, multimédia, música, interactividade, performance e instalação.

Aqui fica a sugestão para quem vive no Norte, ou para quem tenha a possibilidade de passar por lá esta semana. Espreitem o vídeo da edição de 2011 (:

(Fonte: p3.publico.pt)


um projecto que pretende comunicar aquelas coisas "cool" nas quais tropeçamos todos os dias e que podem mesmo vir a tornar-se futuras tendências (: